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gerados pros clientes
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em tráfego, com retorno
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lançamentos de 6 dígitos
Negócios bem diferentes, o mesmo método
Não são marcas que você vê na TV. São empresas de verdade, tocadas por gente que cuida do negócio o dia inteiro.
Alguns dos negócios que a gente já cresceu
Uma amostra dos mais de 30. O mesmo método, aplicado em cada um.
Um estúdio que dependia de indicação passou a receber contato qualificado no WhatsApp toda semana.
179% de crescimento em 12 meses.
Uma clínica de terapias que vivia de boca a boca ganhou fluxo constante de paciente novo.
Um cliente novo por dia, por mais de 2 anos.
Uma academia de jiu-jitsu que quase não anunciava encheu de aluno com pouco investimento.
O dinheiro de anúncio voltou multiplicado em 3 meses.
Um coworking médico lotou a capacidade e precisou pausar os anúncios.
Cheio em 9 meses, com cerca de 80 médicos interessados por mês.
Uma gestora de imóveis saiu de 3 para 25 propriedades sob gestão.
Em 7 meses de projeto.
Um curso de cookies saiu do zero e passou de mil alunos.
Mil alunos em 6 meses, faturamento de 6 dígitos.
Método, não achismo
O nosso carro-chefe é o Funil de Aquisição. Ele afina quatro etapas até virar cliente, e melhora a cada rodada olhando número, não palpite.
Atrai e leva a pessoa certa pro seu site.
Qualifica essa pessoa e empurra pro WhatsApp ou pro comercial.
Entende o problema e quebra a objeção.
O visitante vira cliente, e a gente mede o que funcionou.
Todo mês a gente olha onde o funil está vazando e arruma. O que traz mais cliente, mantém. O que não traz, corta. É assim que o resultado cresce, sem achismo e sem sorte.
A Raízes existe pra fazer marketing que dá fruto, não que dá desculpa.
Tratamos marketing como combustível, não como remédio. Ele faz a empresa boa crescer mais rápido, mas não conserta produto ruim. Por isso trabalhamos com quem já entrega valor de verdade e quer crescer com método. No fim, a gente entrega cliente, não relatório bonito.
À frente está Leandro Capellari, economista, dez anos de consultoria estratégica pra grandes empresas do setor farmacêutico. Caiu no digital na pandemia, quando o curso de confeitaria da esposa virou um negócio que já faturou milhões. Foi ali que viu de perto a diferença entre o marketing que maquia problema e o que resolve. O nosso busca voluntário, não vítima.